De novo, nas atuais eleições, assiste-se ao massacre de FHC. LULA e seus aloprados benzem-se ao falar de quem plantou os alicerces do BRASIL de hoje, e recomendam que todos fujam, abominem, exorcisem FHC de suas vidas, da história do Brasil, para sempre. Nem uma única pedra sobre pedra. FORA FHC! Já os companheiros de Fernando Henrique Cardoso, acreditando burramente em pesquisas de péssima qualidade, análise mediocre e conclusões equivocadas, evitam FHC como se fosse um leproso. Como bem lembra JOSE ROBERTO GUZZO, em sua última página da VEJA de hoje, e citando TOM JOBIM, sucesso no Brasil é “insulto pessoal”. Comentando sobre o assassinato em vida de FHC, GUZZO diz que em nosso país, o sucesso, “em vez de admiração, provoca ressentimentos. Em vez de afeto, inimizades. Produz inveja, despeito, rancor, mesquinharia… Falar mal de FHC tornou-se, ao longo dos anos, um esporte nacional…”. E finaliza sua crônica, lembrando, “Mais que tudo, porém, foi vendida e comprada a lenda segundo a qual deixou o país em ruínas e passou uma herança maldita para o presidente atual. Mas o que aconteceu no mundo dos fatos foi exatamente o contrário. A verdade é que pouco do que existe de positivo no Brasil de hoje não está ligado, de alguma forma, aos dois períodos de Fernando Henrique Cardoso na Presidência. Não é preciso complicar as coisas. Foi seu governo que finalmente encarou e venceu a inflação no Brasil – ou teria sido algum outro? Em cima desse alicerce no qual não se mexeu em nada, foi construída a casa que está de pé até hoje, a começar pelos aumentos reais de renda que tiraram milhões de brasileiros da pobreza e que agora são descritos como a maior conquista da história nacional. Para isso não há perdão”. Os assassinos de FHC? LULA e seus aloprados – TODOS!, e os seus companheiros de PSDB e partidos coligados que o ABJURAM a todos os segundos de todos os dias. FHC, ou, se preferirem, GENI.