Arquivo de 4 de julho de 2010

É MELHOR “PATROCINAR” A BOLA

domingo, 4 de julho de 2010

Quando uma empresa compra os direitos de criar e fabricar a bola da COPA compra a certeza de sua presença em todos os jogos; todos, inclusive e principalmente, a final. É o que aconteceu e acontecerá com a JABULANI da ADIDAS, dentro de alguns dias. Quando se comprar jogadores o risco é sempre grande. Não apenas por seus comportamentos fora das quatro linhas como, e, principalmente, por seus desempenhos no gramado. A NIKE, literalmente, naufragou nesta COPA. Suas estrelas – DROGBA, ROONEY, CRISTIANO RONALDO, RIBERY, CANNAVARO e ROBINHO (substituto de RONALDINHO GAÚCHO no comercial de ALEJANDRO GONZÁLES), voltaram cedo para casa. A JABULANI, da ADIDAS, continua e vai até o fim. Os jogadores aparecem, vez por outra, em fotos, “takes” sempre que protagonizam uma jogada a qualquer título interessante. Já a JABULANI exerce um fascínio irresistível sobre todas as câmeras – não conseguem tirar a lente dela. Isso posto, pelas circunstâncias e competência, esta COPA é da ADIDAS. ADIDAS 10 X NIKE 3.

OS CARAS, ELES; NÃO, NÓS!

domingo, 4 de julho de 2010

Ainda outro dia, num ENCONTRO entre AMIGOS E CLIENTES no MADIAMUNDOMARKETING, um dos presentes começou a reclamar dos CARAS lá em BRASÍLIA. Imediatamente muitos dos presentes lembraram ao amigo que além de sermos nós quem elegemos OS CARAS, de verdade, o problema é nosso. Nós é que temos que tomar a iniciativa e nos posicionarmos. E se lá atrás posicionar-se implicava em tirar a bunda da cadeira e correr atrás, hoje é suficiente ter vontade e deixar a cabeça funcionar e os dedos correrem sobre o teclado do computador manifestando nosso sentimento e opinião na internet. Foi assim que aconteceu com o FICHA LIMPA, e com dezenas de iniciativas que neste momento ganham corpo  no país. Leio agora no ESTADÃO que um grupo de pesquisadores da FGV, sob a liderança do professor de direito tributário, EURICO MARCOS DINIZ DE SANTI, decidiu formular um projeto de REFORMA FISCAL, ouvindo exclusivamente a sociedade civil, e sem envolver políticos. Só depois que o projeto estiver pronto é que submeterão aos três candidatos à Presidência da República. Segundo EURICO, “o principal problema do sistema tributário brasileiro é a complexidade. Hoje cabe ao contribuinte interpretar a complexa legislação tributária do País e depois prestar contas às três esferas: federal, estadual e municipal… a ideia é devolver ao Fisco o poder de interpretar a legislação – isso não caberá mais ao contribuinte, aos advogados tributaristas ou às consultorias…”.