IGNÁCIO DE LOYOLA BRANDÃO

Na coluna do LEITOR de VEJA, hoje, uma carta de IGNÁCIO DE LOYOLA BRANDÃO, sobre o CASO BANCOOP e a matéria da revista na semana passada (O assunto é capa da revista, novamente): “Minha alma foi lavada com a reportagem “A CASA CAIU” sobre o BANCOOP que me confiscou – porque foi um confisco – 100000 reais, pagos por meio de boletos, em três anos. O apartamento que comprei não saiu do sétimo piso na Rua Bela Cintra em São Paulo. Jamais conseguimos marcar uma reunião com JOÃO VACCARI NETO; ele é de uma arrogância ímpar. Algumas reuniões dos cooperados eram desesperadoras, tristes. Havia velhos que jogaram tudo o que tinham economizado, sacaram fundo de garantia e ficaram sem nada. Continuo a receber boletos me cobrando quantia semelhante à que coloquei no saco sem fundo do BANCOOP. Sou ameaçado não de despejo, mas de processo, de penhora de bens”. JOÃO VACCARI NETO é o tesoureiro da campanha de DILMA.

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