Um brasileiro chegou lá. Nesta semana, EIKE BATISTA aparece na lista dos bilionários de FORBES na oitava posição. Como diria um outro brasileiro que abomina prisioneiros que fazem greve de fome, “nunca antes na história…”. Neste final de semana, RUTH DE AQUINO, de ÉPOCA, furou as demais semanais e conseguiu uma entrevista com o bilionário brasileiro. Na entrevista EIKE diz que as razões do sucesso são DISCIPLINA, PERSEVERANÇA, TRABALHO e OUSADIA. Segundo EIKE, ser o oitavo do mundo “significa que estou sendo bem-sucedido em minha meta, que é consertar o Brasil para nossos filhos. Contribuir para tornar o Brasil um país de Primeiro Mundo. Aumentar nossa autoestima. Acabar com nosso complexo de vira-lata…” . Sobre o papel do estado e das empresas privadas, “O Estado deve ser forte na indução dos projetos, ou seja, no estímulo a investimentos, na criação de condições, na garantia de estabilidade. O setor público é bom nesse aspecto se for eficiente. E o setor privado é melhor na execução, por ser mais ágil e mais rápido… nós tomamos decisões com muito menos burocracia”. E disse mais um monte de coisas. Mas sem o brilho e os resultados de suas empreitadas e realizações.
O oitavo bilionário do mundo, definitivamente, é ruim de entrevistas.
