Arquivo de 13 de março de 2010

O PESO DO COMÉRCIO ELETRÔNICO

sábado, 13 de março de 2010

Em entrevista a RALPHE MANZONI JR. de DINHEIRO, MARCILIO POUSADA, presidente da LIVRARIA SARAIVA, revelou a exata dimensão da importância do comércio eletrônico para a rede de livrarias: “Estamos desde 1998 na internet. Na época tínhamos 27 lojas. Hoje, temos mais de 100 lojas e 35% do nosso faturamento vem do site”.

EIKE, OITAVO

sábado, 13 de março de 2010

Um brasileiro chegou lá. Nesta semana, EIKE BATISTA aparece na lista dos bilionários de FORBES na oitava posição. Como diria um outro brasileiro que abomina prisioneiros que fazem greve de fome, “nunca antes na história…”. Neste final de semana, RUTH DE AQUINO, de ÉPOCA, furou as demais semanais e conseguiu uma entrevista com o bilionário brasileiro. Na entrevista EIKE diz que as razões do sucesso são DISCIPLINA, PERSEVERANÇA, TRABALHO e OUSADIA. Segundo EIKE, ser o oitavo do mundo “significa que estou sendo bem-sucedido em minha meta, que é consertar o Brasil para nossos filhos. Contribuir para tornar o Brasil um país de Primeiro Mundo. Aumentar nossa autoestima. Acabar com nosso complexo de vira-lata…” . Sobre o papel do estado e das empresas privadas, “O Estado deve ser forte na indução dos projetos, ou seja, no estímulo a investimentos, na criação de condições, na garantia de estabilidade. O setor público é bom nesse aspecto se for eficiente. E o setor privado é melhor na execução, por ser mais ágil e mais rápido… nós tomamos decisões com muito menos burocracia”. E disse mais um monte de coisas. Mas sem o brilho e os resultados de suas empreitadas e realizações.

O oitavo bilionário do mundo, definitivamente, é ruim de entrevistas.

AUTORIDADE

sábado, 13 de março de 2010

Depoimento de quem está lá, desistiu, e prepara-se para uma nova vida, o deputado petista JOSÉ EDUARDO CARDOZO à ÉPOCA: “Sempre gostei do Parlamento e tenho respeito por muitos congressistas. Mas cheguei à conclusão de que quero fazer política noutro lugar. Não quero mais ser deputado. No BRASIL de hoje, todo político é tratado como ladrão, e cansei disso. Estamos num ambiente de loucura absoluta, onde se fala qualquer coisa e qualquer coisa parece fazer sentido… Eu pensava assim – que fazer política fosse mais fácil com um mandato na mão – mas estou convencido de que nosso sistema político só mudará de fora para dentro. Será a pressão da sociedade. Está cada vez mais difícil fazer discussões sérias no Congresso. Veja o que aconteceu com a reforma política. Todos dizem que era necessária. Não avançamos em nada. A vida parlamentar vai eliminando bons políticos e bons talentos. Cada vez mais o Congresso é um lugar para quem está interessado em negócios, não em política”.

Por essas e por outras é que reiteramos, está mais que na hora de repensarmos o sistema de representação na democracia. No MUNDO, e no BRASIL.

JOÃO VACCARI NETO

sábado, 13 de março de 2010

A propósito de JOÃO VACCARI NETO, escolhido por DILMA para cuidar das finanças de sua campanha, assim descrito por ALEXANDRE OLTRAMARI e DIEGO ESCOSTEGUY na VEJA de hoje: “Uma investigação sigilosa da Procuradoria-Geral da República revela, porém, que 12% era o número mágico para o tesoureiro (JOÃO VACCARI NETO) – o porcentual de pedágio que ele fixava como comissão para quem estivesse interessado em se associar ao partido para saquear os cofres públicos”.

IGNÁCIO DE LOYOLA BRANDÃO

sábado, 13 de março de 2010

Na coluna do LEITOR de VEJA, hoje, uma carta de IGNÁCIO DE LOYOLA BRANDÃO, sobre o CASO BANCOOP e a matéria da revista na semana passada (O assunto é capa da revista, novamente): “Minha alma foi lavada com a reportagem “A CASA CAIU” sobre o BANCOOP que me confiscou – porque foi um confisco – 100000 reais, pagos por meio de boletos, em três anos. O apartamento que comprei não saiu do sétimo piso na Rua Bela Cintra em São Paulo. Jamais conseguimos marcar uma reunião com JOÃO VACCARI NETO; ele é de uma arrogância ímpar. Algumas reuniões dos cooperados eram desesperadoras, tristes. Havia velhos que jogaram tudo o que tinham economizado, sacaram fundo de garantia e ficaram sem nada. Continuo a receber boletos me cobrando quantia semelhante à que coloquei no saco sem fundo do BANCOOP. Sou ameaçado não de despejo, mas de processo, de penhora de bens”. JOÃO VACCARI NETO é o tesoureiro da campanha de DILMA.

TWITTER ENCHE TEATRO

sábado, 13 de março de 2010

Muitas pessoas que ainda não aderiram ao “telegrama” TWITTER volta e meia me perguntam, “mas me dê um exemplo de alguma utilização do TWITTER que faça sentido, além do pega-pega?” Resposta na página 20 da VEJINHA deste final de semana. O ator SERGIO MARONE, atribuindo a lotação permanente de sua peça em cartaz, PLAY, ao fato de ter criado um perfil no TWITTER para divulgar a peça. Com quase 90 mil seguidores, SERGIO atribui ao TWITTER, e no mínimo, 15% da lotação da peça, a cada novo espetáculo. Em muitas sessões, e por causa dos TWITTEIROS, são colocadas poltronas extras.