Finalmente, um saudável embate. Entre uma montadora, a FIAT, e o DPDC – Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor. O DPDC determinou que a FIAT proceda a troca do cubo das rodas traseiras de seu modelo STILO. A FIAT contesta e não reconhece legitimidade nos laudos realizados por empresa contratada pelo DETRAN - Departamento Nacional de Trânsito -, a CESVI. No entanto, e considerando a intranquilidade gerada em todos os proprietários do STILO, a FIAT procederá a troca. Mas, não vai deixar barato. Vai provar que os laudos são inconsistentes e se ressarcir dos custos decorrentes. O MARKETING AGRADECE. É fundamental termos instituições que zelem pelos direitos dos consumidores. Mas é fundamental, também, que vez por outra suas ferramentas e metodologias sejam contestadas. De qualquer maneira, e independente de ser culpada ou inocente, a FIAT ainda deve uma explicação consistente ao mercado sobre os diferentes registros de acidentes, muitos deles graves e com vítimas, em que as rodas do STILO se soltaram. O assunto está na imprensa há dois anos e até agora a FIAT não esclareceu.
