CONDENADO POR AUTENTICIDADE

O balanço de primeiro ano de BARACK OBAMA é, simplesmente, magistral. Segue a risca todas as promessas feitas em campanha. E por essa razão, apenas por essa razâo, vê seu prestígio despencar junto aos americanos. De 78% para 51%. Simplesmente porque muitos se entusiasmaram com seu programa enquanto manifestação, e depois, começaram a reconsiderar quando colocado em prática porque dói, machuca, mexe com interesses. Sem falar que ainda e em muitas pessoas o velho preconceito racista bate forte. Na VEJA de hoje, em um pequeno box da matéria OMELETE SEM QUEBRAR OS OVOS, assinada por GUSTAVO RIBEIRO, um primeiro e tímido reconhecimento  da AUTENTICIDADE DE OBAMA, de alguém que faz o que disse que ia fazer: “Os americanos, como é comum nas democracias, têm todo o direito de reclamar do governo OBAMA. Eles só não podem reclamar que não sabiam o que OBAMA faria caso eleito. Durante mais de um ano de campanha, com discursos, palanques e festividades, o democrata expôs em minúcias, seus planos e governo. Agora, talvez numa demonstração do humor ciclotímico dos americanos, OBAMA está impopular porque faz exatamente o que prometeu durante a campanha elitoral. Como prometeu, está tentando aprovar alterações substanciais na saúde pública americana. Como prometeu, está investindo maciçamente dinheiro dos contribuintes na infraestrutura do país, numa tentativa de por fim à recessão que azedou o humor da população. Como prometeu, por fim, está concentrando os esforços bélicos e o orçamento do país no Afeganistão, atrás dos terroristas do Al Qaeda. Na democraca americana, cumprir promessas de campanha pode ser um problema”.

OBAMA É O CARA! O exemplo de político que os países, estados e municípios precisam daqui para frente. Se buscamos, como consumidores, AUTENTICIDADE, nas empresas e produtos em que confiamos e compramos, está mais que na hora de exigirmos AUTENTICIDADE, como cidadãos, de quem escolhemos para nos comandar, politicamente.

1 comentário para “CONDENADO POR AUTENTICIDADE”

  1. E vemos mais um exemplo da hipocrisia norte americana. Se bem que, como reagiremos diante de um governante honesto também?

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