Aos poucos, com talento, qualidade e sensibilidade, e mesmo em poucos meses, o JORNAL BRASIL ECONÔMICO vai ganhando consistência, musculatura, e ocupando espaço. Nos finais de semana, então, imperdível. Seu suplemento OUTLOOK uma preciosidade. LEIO, E RECOMENDO. Na edição deste final de semana, ARNALDO ANTUNES entrevistado por PEDRO ALEXANDRE SANCHES: “Não gostei do projeto Cidade Limpa, isso de tirar cartazes. Adoro essa coisa de muita informação… Não acho que a cidade ficou mais bonita. Gosto dos outdoors, led, letreiro luminoso. São Paulo ficou mais sem graça”.
Arquivo de 18 de janeiro de 2010
OCUPANDO ESPAÇO
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010DECEPÇÃO
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010E por falar em PRIVATE, na FOLHA de hoje, o depoimento de uma designer que questiona, com razão, a independência dos consultores financeiros dessas instituições: “O problema do banco é que o gerente vai oferecer o que interessa ao banco, que é quem paga o salário dele. Você não é o patrão dele; é mais um cliente entre muitos outros. Há um conflito de interesses óbvio aí. Trabalhar com banco não tem jeito. Ele sempre vai ganhar”.
DE BUTIQUE A BANCÃO
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010Dentre as muitas consequências da compra do UNIBANCO pelo ITAÚ, a formação, com sobras, do maior PRIVATE BANK do país. Por enquanto, e no entendimento de muitos clientes, um atraso. As duas instituições passaram todo um ano resolvendo quem cuidava do que, quem atendia que clientes, quem assumiria o comando da operação. Os clientes, ora, os clientes, que tivessem paciência e esperassem. Muitos desistiram de esperar e consideram mudar de instituição. Enquanto isso continuam recebendo sistematicamente, não a atenção de seus “consultores financeiros”; apenas papéis e papéis, em impressos caros e inúteis, o que os incomoda ainda mais. Parece ser impossível prestar o tratamento seletivo e pessoal que um PRIVATE deveria e se propõe, quando se converte em paquiderme.






