Estudo publicado hoje no ESTADÃO, tendo como base dados do BANCO CENTRAL e do FMI, e elaborado pela FIESP, revela que o BRASIL é o número 1 entre 41 países, em custo do dinheiro: “na pessoa jurídica, a taxa média é mais de dez vezes superior a americana e na pessoa física a diferença é ainda maior”. No mesmo estudo, um quadro que revela a composição dos spreads bancários no país. Dos 100% que os bancos cobram, 26,9% é o ganho da instituição financeira, 18,3% a carga de impostos incidente, 13,5% os custos administrativos, 3,5% o compulsório à vista, 0,3% o Fundo Garantidor de Crédito, 0,1% o compulsório de depósito a prazo, e 37,4%, a inadimplência. Ou seja, nos últimos dois anos melhoramos muito em termos de custo do dinheiro mas, e mesmo assim, ainda estamos a uma distância descomunal de custos razoáveis e civilizados, e, infelizmente, muito a frente dos demais países no ranking dos ambientes inóspitos para se investir.
