Arquivo de 9 de dezembro de 2009

KASSAB E A CHUVA

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Enquanto milhares de paulistanos iam ao desespero e arriscavam suas vidas na tentativa de preservar o que restou do pouco que conseguiram conquistar, KASSAB, o prefeito incompetente que assalta os paulistanos com aumentos injustificáveis e criminosos no IPTU, brincava com as chuvas de ontem, como brincou com um certo buraco da marginal anos atrás; “Acabei de registrar, com muita satisfação que, pela primeira vez, com esse volume d´água, nós tivemos no Pirajuçara e no Aricanduva, em função dos investimentos ali realizados, um comportamento adequado”… “As limpezas de bueiros e piscinões estão sendo feitas adequadamente. O que existe é um volume (de água) acima do normal em algumas regiões, evidentemente, a água foi a responsável”… “A cidade está preparada para enfrentar as chuvas…” (JT,capa, 9NOV2009). Então, fica combinado assim, e segundo KASSAB, ´”A ÁGUA FOI A RESPONSÁVEL”.

DA MOROSIDADE DA JUSTIÇA

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Levantamento realizado pelo site CONSULTOR JURÍDICO, e publicado em editorial do ESTADÃO de hoje, revela uma das principais razões da morosidade da justiça brasileira: “Em comparação com os dias efetivamente trabalhados pelos trabalhadores em regime de CLT, o Judiciário labuta 55 dias a menos. Férias, os magistrados têm em dobro. Feriados, 7 a mais – sem contar o recesso de fim de ano e a licença-prêmio que, somados, dão 36 dias. No fim das contas, os empregados da iniciativa privada folgam 139 dias (ano) e os magistrados 194″. Ou seja, em cada 10 anos, os magistrados trabalham 1 ano e meio a menos que todos os brasileiros da iniciativa privada. Será que deveríamos pedir ISONOMIA, ou exigir que os magistrados arregaçassem as mangas e trabalhassem como todos nós?

DESTRUINDO UMA INICIATIVA VITORIOSA

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

A gula, o açodamento, e a motivação política, colocam o ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio – a milímetros da total e irreversível desmoralização. Enquanto se restringia ao que se propôs construiu reputação e conquistou o respeito de todos. Na pressa de converter-se, também, no sucessor dos exames vestibulares, sem o necessário e indispensável planejamento, e ainda sofrer do processo de aparelhamento da máquina que caracteriza os anos do governo LULA com a lamentável politização das questões, perdeu força, razão de ser, credibilidade. Se alguém ainda tinha alguma dúvida da quase destruição do ENEM, o não comparecimento de 40% dos inscritos – 46,9% no estado de São Paulo – no último final de semana é mais que sinalizador.