NÃO, KASSAB, NÃO!

No ESTADÃO de hoje KASSAB voltando com o absurdo de aumentar o IPTU. Suas razões: “É QUESTÃO DE JUSTIÇA TRIBUTÁRIA, ATÉ PORQUE EXISTEM PONTOS NA CIDADE QUE TIVERAM INVESTIMENTOS EXPRESSIVOS DO PODER PÚBLICO”. Papo típico de gestor incompetente e irresponsável. Na gestão pública, e na alocação dos recursos decorrentes dos impostos, só se trabalha com o que será arrecadado, e o IPTU da cidade de SÃO PAULO é um disparate, um absurdo de caro. Se planejou mal e alocou mal os recursos que redirecione os recursos de outras rubricas. Mas que não volte com esse papo ridículo. Segundo o ESTADÃO  KASSAB pretende aumentar o IPTU em até 60%. VAMOS RESISTIR! Ou seja, sentindo que não colou o papo da VALORIZAÇÃO DOS IMÓVEIS que seus proprietários não cogitam de vender – assim, não existe valorização objetiva de espécie alguma – mudou o argumento mas continua recorrente na inconsistência. NÃO, KASSAB, NÃO! Ainda vamos ter um prefeito responsável nesta cidade; SÃO PAULO PRECISA E MERECE.

5 comentários para “NÃO, KASSAB, NÃO!”

  1. Carol Morita disse:

    Isso é um absurdo…..Minha vontade é de gritar, resistir.
    O que fazer????
    Acho que mesmo não querendo vou ter que vender o apto…rsrsrsrs
    desabafo ….uffff
    Valeu Chico, ao ler isso me sinto um pouco mais compreendida.
    Não sou eu a única pessoa que fica revoltada!!!

  2. Ricardo Leça disse:

    Só mudam as moscas, entao, como diz a outra: “relaxa e goza”

  3. Está difícil. Falta prefeito, deputado, senador e presidente. Vontade de resistir não falta, mas a esperança só dimiui.

  4. Julio stelzer disse:

    OK. Então vamos diminuir o IPTU, descontar o IPTU, onde a prefeitura não fez nada. Ou quando fez, fez bobagem. Digo bobagem, para não dizer outro “adjetivo”. A lógica é a mesma.

  5. Rafaele Madormo disse:

    Interessante como as entidades empresariais como a FIESP, Associação Comercial entre outras não se manifestam a respeito desta nova extorsão pretendida pelo nosso Alcaide. Eles não deveriam defender seus associados que irão pagar a conta? Isso não é aumento de carga tributária?

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