O “trio de ouro” que comanda a diplomacia brasileira é, de longe, e como diria um de seus componentes – nunca existiu na história do mundo… – o mais desastrado, inconsequente, lamentável, e irresponsável de todos. O TRIO DE OURO de verdade, formado por HERIVELTO MARTINS, NILO CHAGAS e DALVA DE OLIVEIRA, que acompanhava uma das mais importantes embaixadoras do Brasil de todos os tempos e para sempre, CARMEN MIRANDA, nada tem a ver com a versão tabajara dos tempos de hoje: LULA, MARCO AURÉLIO GARCIA e CELSO AMORIM. Dizer-se, então, que são os novos TRÊS PATETAS, é mais que ofender os verdadeiros que nos divertiam e faziam rir de verdade, por perfomances inteligentes e sensíveis. Dando sequência ao repertório inesgotável de sandices e trapalhadas, o atual episódio de HONDURAS consegue superar todos os anteriores supostamente insuperáveis. A embaixada do Brasil converteu-se em piada global, em cloaca, em pardieiro, e, como por definição, embaixadas são extensões dos territórios dos países… O Brasil está enlutado.

Bons tempos que embaixadinha era coisa do futebol e não da diplomacia brasileira.
De fato não dá para comparar nosso ‘trio de ouro’ [não seria 'trio dourado'? de ouro neles só se for alguma incrustração dentária...] com os três patetas. Em homenagem ao Fred Kruger e seu retorno às telinhas em breve, proponho que sejam chamados de ‘trio assombro’ haja vista que são verdadeiras assombrações que só fazem espantar o que tínhamos de melhor em nossa diplomacia: respeitabilidade.
Talvez, em chegando Outubro, eles finalmente desempenhem um bom papel no Dia das Bruxas…