Arquivo de 21 de setembro de 2009

A NATURA, E, O MARKETING

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Em entrevista a MARILI RIBEIRO, ESTADÃO, LUIZ SEABRA, fundador e presidente do conselho de administração da NATURA, define, com extraordinária precisão, o verdadeiro entendimento do MARKETING, tal como o definiu PETER DRUCKER, cujo centenário será mais que merecidamente comemorado em 2010, em seu livro divisor de águas de 1954, PRÁTICA DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS: “Não sei mensurar onde termina ou começa o marketing. Ele permeia tudo. Só não consigo conceber para a NATURA um marketing que não seja coerente com as crenças que nos comprometem com o mundo.”

2009, O NATAL

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Por uma série de circunstâncias, depois de um NATAL magro de 2008, teremos, provavelmente, o mais gordo dos NATAIS de todos os tempos. Dentre outras razões, além do décimo terceiro salário e de crédito farto e acessível, pelas componentes psicológicas de uma crise vencida e a vontade redobrada de celebrar. Conscientes dessa extraordinária oportunidade, as lojas, em geral, aumentaram entre 10% e 30% suas encomendas a seus fornecedores, dependendo do produto. E existe uma probabilidade considerável de muitos produtos terem seus estoques zerados antes do dia 20 de dezembro: televisores, netbooks, videogames.

ESCLARECENDO DÚVIDA

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Nos últimos anos muito se falou sobre a CPMF de triste lembrança e que nunca mais – com esse ou com outro nome – queremos ver de volta. Na edição de hoje do ESTADÃO, o depoimento esclarecedor sobre quem deturpou e desviou os recursos da CPMF da saúde para outros setores. Nas palavras de quem foi o pai da CPMF, ADIB JATENE: “Quando cheguei ao ministério em 1995, o orçamento da Saúde representava 22% do total da seguridade – que incluia saúde, previdência e trabalho. Seriam necessários 30% – exatamente mais R$ 8 bilhões. O plano de PEDRO MALAN, na Fazenda, era fazer a reforma tributária, que traria novos recursos. Como isso ia demorar, propus uma contribuição provisória – assim surgiu a CPMF… Só que o texto final não incluiu uma parte importante, na qual se dizia que os recursos viriam como uma suplementação de verba. As fontes originais da Saúde teriam que ser mantidas, por força de lei. Mas tão logo vieram os recursos da CPMF, a Fazenda retirou parte do dinheiro original e destinou a outros ministérios. Se a Saúde tivesse aqueles 30%, disporia este ano de R$120 bilhões. Mas tem R$56 bilhões.”

Isso posto, quem ajudou a criar e, depois, desviar os recursos originais da Saúde para outras finalidades, foram, pela ordem, PEDRO MALAN e FERNANDO HENRIQUE CARDOSO. Agora todas as dúvidas estão esclarecidas; tristemente esclarecidas.