Em tempo, no ranking do BANCO MUNDIAL, sobre melhores países para se fazer negócios por um ambiente favorável, o BRASIL ocupa um primeiríssimo lugar. Uma medalha de ouro de corar de vergonha. Dentre os 183 países analisados, nosso país é aquele em que os empresários mais trabalham para pagar impostos: 2.600 horas ano! No país que aparece na segunda colocação, CAMARÕES, os empresários trabalham 1.400 horas para pagar impostos, ou seja, tão cedo não perderemos essa liderança, trabalhamos quase o dobro de horas para pagar os impostos. Na América Latina, a média de horas trabalhadas para o pagamento de impostos é de 563,1 , e, o BRASIL, é o grande culpado por essa média ser tão elevada; mesmo assim, menos de 25% do que os empresários brasileiros pagam. E ainda tem que enfrentar os fiscais, a justiça do trabalho, o governo, os políticos. O BRASIL é o único país do mundo onde o empreender é punido exemplarmente, onde ser EMPRESÁRIO é ser ESCRAVO. Será que não tem uma nova princesa ISABEL por aí?
Arquivo de 9 de setembro de 2009
EMPRESÁRIOS ESCRAVOS
quarta-feira, 9 de setembro de 2009DOIS RANKINGS
quarta-feira, 9 de setembro de 2009Nos jornais de hoje, a divulgação de dois rankings globais. O de COMPETITIVIDADE, do FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL, e o “DOING BUSINESS” do BANCO MUNDIAL – melhores países para se fazer negócios. Pelo ranking do FÓRUM, o BRASIL apresenta sensível evolução, saltando do 64o. lugar para o 56o. No entanto, em algumas metricas básicas e essenciais para nosso crescimento, contínuamos na lanterna: temos o pior sistema tributário dentre os 133 países avaliados, e ocupamos a penúltima colocação no critério de regulação do governo. Já no ranking do BANCO MUNDIAL, o BRASIL aparece na 129a. posição, caindo duas posiçoes em relação a medida anterior, num universo de 183 países avaliados: curto e grosso, pela excessiva e inconsistente regulação, o BRASIL oferece um dos piores, um dos mais inóspitos ambientes para a realização de negócios. Até quando vamos continuar adiando as reformas essenciais para ascendermos, em algum momento do futuro, às condições das economias mais modernas do mundo?






