Neste momento, estabelece-se no país, grande discussão entre parlamentares, magistrados e analistas políticos sobre os limites de utilização da internet nas eleições, no marketing político. PERDA TOTAL E ABSOLUTA DE TEMPO. Podem regular o que quiserem regular. Como vem acontecendo desde 1995, ninguém dá a mínima, as relações continuam se multiplicando, os negócios sendo realizados, produtos e serviços comprados e vendidos, bilhões e bilhões de dólares em transações sem nenhuma possibilidade de intervenção, fiscalização, tributação dos orgãos competentes de todos os países do mundo. Assim será, também, nos processos políticos, e nas eleições de 2010. Talvez candidatos e partidos não mostrem a cara na rede. Mas seus correligionários, seus simpatizantes, e milhares de pessoas criarão sites, hot sites, portais, redes sociais, vídeos, twitters, e muito e muito mais e os regulamentos e proibições… que regulamentos e proibições?!… do que estão falando esses políticos e magistrados?

Prezado Madia,
Com o advento da próxima eleição e com o projeto da reforma política recém aprovado pela Câmara dos Deputados autorizando o uso da internet nas próximas campanhas, ainda que com algumas restrições, queiram ou não, a forma de fazer política no Brasil vai mudar! Necessário se torna que os pretensos candidatos comecem de imediato a identificar Profissionais de marketing para em consonância com o cenário a ser avaliado inicie através desta ferramenta, projetos voltados para encantar o eleitorado a ser conquistados.
Como sabemos um projeto de marketing político encantador deverá ser embasado em inovações; e inovar é oferecer mais valor para os clientes, ainda que sejam práticas exercidas em ambientes de risco.
Aqueles que já têm o seu mercado segmentado, com a marca posiciona junto a uma categoria específica de demandantes definido em um território próprio entre seus concorrentes, após elaborar novas pesquisas é mais que chegada a hora de implementar o projeto desejado.
Para se diferenciar em um universo extremamente concorrencial como o político é preciso ser audacioso, avaliando, simultaneamente, os riscos já que o investimento financeiro é em regra, considerável e a taxa de insucesso elevada chegando de (70% a 80% para lançamento de uma nova marca).
Os pseudos marqueteiros conhecidos como estrategistas de retrovisor, que transitam no mercado político cometem erros grotescos, quando alteram às políticas de marca, de relacionamento e de comunicação; correndo riscos que contribui para perturbar a mente e o coração dos diversos demandantes da marca em voga; para evitar esses acidentes é preciso saber adaptar às mutações de um mercado altamente concorrencial como no caso o mercado político; ou mesmo antecipá-las, para preservar ao mesmo tempo a personalidade da marca do político produto, das suas idéias e propostas.
O Profissional de Marketing tem que ter uma visão holística para avaliar com grandeza o corpo, a mente e a alma da marca que está a serviço; sendo ainda, complemento da sua missão, desenvolver projetos analisá-los, adaptá-los, ativá-los no momento propício e avaliar constantemente as ações que identifique corretamente as necessidades e desejos já explícitos, ou que estejam tácitos no mercado disputado; principalmente quando for usado um canal tão veloz como a internet.
Deve ainda está preparado para minimizar, maximizar ou até mesmo abortar ações que venham contrariar os objetivos do projeto proposto, pois as idéias inovadoras são sem dúvida, um caminho a ser percorrido sem turbulências no intuito de atender um mercado cada vez mais dinâmico.
Assim sendo, um profissional que não tenha profundos conhecimentos teóricos, visão mercadológica, ética, sensibilidade e responsabilidade social, jamais atuará com desenvoltura e sucesso no mercado, quer seja ele público, privado, com ou sem fins lucrativos, na velocidade desejada.
Um abraço,
José Floriano