Que LULA escolha seus assessores e compartilhe com eles as esquizofrenias mútuas ainda que os acabe pagando com dinheiro suado que sai de nosso bolso até se tolera mas, que os converta em representantes oficiais do BRASIL é uma irresponsabilidade. O assessor especial do presidente LUIZ INÁCIO DA SILVA, MARCO AURÉLIO GARCIA, depois de visitar a VENEZUELA, e questionado sobre as restrições de liberdade naquele país, disse, “Se acabou a liberdade de imprensa deve ter sido depois que eu sai. Porque o que eu ouvi ser dito em programas de televisão do presidente da Venezuela não está no gibi, como se dizia antigamente”. É verdade, não está no gibi porque estava em frente ao nariz de GARCIA e o lamentável assessor se recusou a ver: enquanto visitava o país, um violento atentado era cometido contra o último canal de televisão livre da Venezuela. A propósito, nunca na história deste país estivemos tão mal de relações exteriores como no governo LULA. A dupla AMORIM e GARCIA é, simplesmente, grotesca.






