A partir do acidente de ontem da CONTINENTAL AIRLINES – BOEING 767-200 – com 28 feridos, e enquanto a aviação não descobrir, comprovadamente, uma solução para as turbulências, todos os passageiros de todos os aviões devidamente amarrados aos seus cintos, independente do tempo de duração das viagens. Da decolagem a aterrizagem. Sem chance de ir ao banheiro para as necessidades básicas. Fraldas obrigatórias. Ou, não viajar. Ou, ir a pé, ônibus, carro, bicicleta, navio. Mas, de avião, amarrados.

Para mim não custa nada estar com o cinto afivelado, basta ajustar que não incomodará e ficará seguro. Não dá para entender o porquê desatar o cinto após a decolagem. A turbulência chega a qualquer momento, embora existam equipamentos na aeronave que podem detectar isso, mas que que ouvi é necessário que hajam gotas de água para detectar a turbulência, caso contrário não será detectado.
O passageiro que reclamar do cinto, no meu entender deve viajar de carro, que também tem o uso do cinto de segurança obrigatório, assim sobrará vaga nos voos para quem deseja viajar de avião com o cinto afivelado.
Concordo com o Mauricio Brito. Não me sinto incomodada em nada, usando o cinto durante todo o voo. Acho um ‘exagero’ e uma piadinha sem graça, falar sobre o uso de fraldas! Obviamente poderemos desatar os cintos para ir ao banheiro ou circular/andar por uns minutinhos (o que é até recomendável em viagens longas). Mas, porque não usar o cinto enquanto sentados? Talvez o número de 28 feridos seria bastante reduzido com esta medida!
Isso sempre aconteceu?
Que eu saiba não.
Faz tempo que viajo e turbulências assim não existiam.
Pergunto se não seriam os pilotos com pouco treinamento.
Sugiro o uso de capacete para bquem não quiser fraldas.
Carlos
Será que um calmante também é bem-vindo?