Dentre as infinitas novidades do admirável mundo novo e colaborativo, seguramente a maior de todas, é a presença de um novo consumidor. Sensível, consciente, exigente, diplomado. Das classes A a E. Não obstante isso, redes de varejo, grandes redes de varejo, insistem no ridículo das MARCAS PRÓPRIAS. No ESTADÃO de hoje, pela enésima vez, manifestações do novo consumidor: “Antes comprava a SORRISO, agora levo a COLGATE. Pago mais e levo o melhor para casa” -MARIA RITA SOUZA SANTOS, 48 anos, auxiliar de limpeza, renda mensal de R$800; explicando a troca de SEDA -R$3,68- por CLEAR -R$8,99- ZENILDA MOURA DA SILVA, 33 anos, “resolvi investir e gastar mais com esses produtos”; comentário da vendedora VERONICA SILVA, funcionária de uma perfumaria na avenida M´BoiMirim: “o pessoal por aqui está cada vez mais exigente, não gosta de qualquer coisa. A maioria quer ter a certeza de que está levando um produto de qualidade. POR ISSO, O QUE VENDE MAIS SÃO AS MARCAS MAIS CONHECIDAS”.
