IVETE SANGALO, na semana que passou, apresentou sua marca ao mercado. Um equívoco. Não o fato de IVETE querer e poder referenciar produtos e serviços. Mas o tratamento dado a expressão gráfica e visual da palavra IVETE. Não dá leitura; não transmite a alegria, vida, energia e força – personalidade – da artista. Isso posto, não é nada.

Partindo do principio que uma marca não é apenas um nome, mas tudo ou (qualquer coisa) que faça os consumidores identificá-la através da sua cor, identidade, símbolo ou desenho; é necessário na sua constituição usar o elemento temporal, ou seja, a síntese do seu valor, que represente a empresa ou a pessoa visualmente, transmitindo através do design, algo sobre a personalidade e benefícios do que será comercializado e que acima de tudo honre a proposta que será apresentada ao mercado.
Mesmo assim, há profissionais que não levam em conta as informações acima, na constituição de uma marca.
Alguém tão especial como Ivete merece de fato uma marca que reflita comercialmente sua personalidade marcante e alegria contagiante. Acho não chegaram nisto ainda mesmo.