Às vésperas de seu desaparecimento, enquanto MARCA, o UNIBANCO desvencilha-se do que sobrou de sua alucinação de 4 ou 5 anos, quando se descoloriu, converteu seres humanos clientes em animais estranhos, desconhecidos e portadores de degenaração genética, e renegou seu gênero e espécie dizendo nem parecer um banco. A semanas da despedida traz de volta pessoas de carne e osso em seus anúncios, e retoma o posicionamento BANCO ÚNICO. Tarde demais!
