Os produtos de beleza, de uma forma geral, ignoram a crise, confirmando o mesmo comportamento das pessoas em situações anteriores: privilegiam os cuidados pessoais, já que se sentem obrigadas a cortar ou suprimir outros prazeres. Depois do recorde nos resultados da NATURA no primeiro trimestre deste ano – o melhor primeiro trimestre de toda a sua história – agora quem revela desempenho semelhante é a L´ORÉAL, conforme declarações de seu presidente, FRANÇOIS-XAVIER FENART a VALOR: “Tivemos um crescimento forte no primeiro trimestre, na casa dos dois digitos, e os números de maio confirmam essa expansão”.

O Brasil por ainda ser um mercado novo e repleto de oportunidades, com uma economia consolidada como uma das mais bem estrurada entre os Paises em desenvolvimento, não tem se deixado contaminar com facilidade pelas turbulências do mercado global.
Em se tratando do mercado da vaidade, conforme recente pesquisa disponibilizada pelo SEBRAE, ficou transparente a informação que: “oito em cada dez mulheres consideram os cremes de beleza como artigo de primeira necessidade e não mais como artigo de luxo”.
Baseadas nessas informações, as Organizações do segmento, de forma inteligente têm diversificado o seu mix de produtos praticando preços compatíveis com o poder aquisitivo das diversas classes sociais, fatos que tem contribuído para um crescimento expressivo do mercado brasileiro de cosméticos.
Por isso mesmo, o mercado está mais competitivo e são os detalhes que fazem as diferenças, lembrando ” A gente tropeça sempre nas pedras pequenas, porque as grandes a gente logo enxerga.”