O NESPRESSO, da NESTLÉ, enquanto produto e performance é 10! Enquanto serviço, 5! E enquanto declarações de seu diretor no Brasil, MARTIN PEREYRA, insuportável, de péssimo sabor. Falando a CINTHIA RODRIGUES de GAZETA MERCANTIL, entre outras arrogâncias, disse, “E deu certo desde a nossa chegada em dezembro de 2006″… “de 2007 para 2008, crescemos 300% e de 2008 para 2009, devemos crescer 380%”… “Nespresso é um sistema fechado. Não vendemos máquina nem café. Vendemos o café perfeito na xícara… se você compra o meu produto eu vou cuidar de você… eu domino o processo inteiro… eu,eu,eu” … “hoje em dia está na moda falar em experiência. No nosso caso é verdade, não é experiência, é fato…” NESPRESSO merecia um gestor da mesma qualidade do café que vende e entrega.
Arquivo de 12 de maio de 2009
NESPRESSO AMARGO
terça-feira, 12 de maio de 2009TOYOTA, UMA NOVA LIDERANÇA
terça-feira, 12 de maio de 2009Nem sempre as ótimas notícias chegam desacompanhadas. Muitas vezes acompanhadas e de péssimas. É o que acaba de acontecer com a TOYOTA.
Depois de 77 anos tirou a liderança mundial do mercado de automóveis da GM. Mas, e pela primeira vez em 60 anos, registra um tremendo prejuízo: US$4,4 bilhões para o ano fiscal encerrado em 31 de março de 2009. Pior ainda, no primeiro trimestre deste ano perdeu US$7,7 bilhões – também superando a GM que perdeu US$ 5,9 bi no mesmo período.
Caso não se movimente muito rapidamente, a liderança do mercado durará pouco tempo nas mãos da TOYOTA.
PERDIGÃO ENGOLE A SADIA
terça-feira, 12 de maio de 2009Tudo leva a crer que nas próximas horas a SADIA seja incorporada à PERDIGÃO. Dois anos antes, antes das apostas de alto risco e injustificáveis da SADIA, a situação era exatamente o contrário: a SADIA é que engoliria a PERDIGÃO. Final trágico para uma empresa que faz parte da história do país, que construiu uma MARCA LEGENDÁRIA, que se esmerou nas práticas do marketing, mas deixou-se seduzir pelas perspectivas ilusórias de lucros fáceis totalmente fora de seu “core business”. Especulou, jogou com décadas de dedicação e comprometimento de milhares de colaboradores de dentro e de fora, e com toda a energia empreendedora de seus fundadores. Um único vacilo foi suficiente para desestabilizar a empresa; um único ano de prejuízo de toda a sua história – R$3,8 bilhões (2008) -, a maior parte decorrente das apostas em derivativos de câmbio. Que todas as demais empresas aprendam a lição.



