Em muito pouco tempo as universidades brasileiras lançarão um novo curso, ou uma nova cadeira nos cursos existentes: ADMINISTRADORES DE CHIPS. É o que se depreende das conversas na internet, elevadores, recepções, e bares: milhares de pessoas com 2,3,4 de diferentes operadoras.
No ESTADÃO de hoje, domingo, 19 de abril, uma matéria sobre o assunto, assinada por RENATO CRUZ. E dessa matéria, o seguinte parágrafo/explicação: “A advogada JULIANA MARANHÃO DA SILVA, tem três chips: dois da VIVO (um pré e outro pós) e um da OI. Para ligar para telefones fixos, por exemplo, só usa o da OI. Usa o pré-pago da VIVO para telefonar para familiares e amigos que também são clientes da VIVO – “Quando tinha o pós-pago, cheguei a gastar R$400 por mês” -. Hoje JULIANA gasta R$60 no pós e cera de R$10 em cada pré-pago”.
Eu continuo, como consultor de empresas que jamais pode ser interrompido, com um velho, bom e mudo pré, que jamais soube o número para não correr o risco de dar para alguém e ser chamado durante reuniões com clientes que pagam para ter direito a exclusividade e atenção total.
